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terça-feira, 12 de junho de 2018

Absolutismo e Mercantilismo - Slide

Queridos alunos,
mais material de apoio retirado da internet sobre o Absolutismo e o Mercantilismo!!!
Bom estudo!!!




Fonte:Prof Janayna Lira

Quadrinhos - Estado Moderno e Mercantilismo


Queridos alunos, segue um material sobre a Revolução Francesa em quadrinhos, retirado da internet!
Bom estudo!!!





Fonte: históriaemquadrinhosblog.blogspot.com

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Galera,
segue um slide sobre o Feudalismo, para ajudar nos estudos!!!




Feudalismo


O Feudalismo tem início com as invasões germânicas (bárbaras), no século V, sobre o Império Romano do Ocidente (Europa), que estava em decadência devido a uma grave crise econômica (falta de escravos, de prestígio e declínio militar). Com as invasões dos bárbaros, os grandes senhores romanos abandonaram as cidades para morar em suas propriedades rurais e criaram ali as vilas romanas, que deram origem aos feudos e ao sistema feudal na Idade Média. As características gerais do feudalismo são: poder descentralizado (nas mãos dos senhores feudais), economia baseada na propriedade da terra e na agricultura e utilização do trabalho dos servos.
A base do sistema feudal era a relação servil de produção, e os feudos foram organizados respeitando duas tradições: o comitatus e o colonatus. O comitatus  era de origem romana e unia senhores de terra pelos laços de vassalagem, quando prometiam fidelidade e honra uns aos outros. No colonatus, ou colonato, o proprietário das terras (os senhores feudais) concediam trabalho e proteção aos seus colonos, em troca de parte da produção desses colonos. Os senhores feudais tinham a posse legal da terra e representavam o poder absoluto, político, militar e jurídico nos feudos.
A sociedade feudal era estamental (dividida em camadas sociais fixas) e estática (sem mobilidade social), ou seja, a posição social dependia de seu berço de nascimento. Era formada pela camada daqueles que lutavam (Nobreza), a camada dos que rezavam (Clero) e a camada dos que trabalhavam (Servos e vilões). Os servos (camponeses) deviam obrigações aos senhores feudais e não tinham a liberdade de deixarem a terra onde nasceram, já os vilões, que também deviam as obrigações, podiam deixar o feudo quando desejassem. A nobreza feudal (senhores feudais, cavaleiros, condes, duques, viscondes) era detentora de terras e arrecadava impostos dos servos e vilões. O clero (membros da Igreja Católica) tinha um grande poder, pois era responsável pela proteção espiritual da sociedade. Era isento de impostos e arrecadava o dízimo. Os nobres e o clero, que participavam das camadas dominantes,.
No sistema feudal quem concedia terras era chamado suserano e quem as recebia era vassalo em relações baseadas em obrigações mútuas e juramentos de fidelidade entre os nobres. O vassalo podia ceder parte das terras recebidas para outro nobre menos poderoso que ele e passava a ser o suserano deste segundo vassalo, enquanto permaneciam como vassalo daquele primeiro suserano.
Os senhores feudais cobravam impostos e taxas em seus territórios. Os camponeses que viviam nestas terras se tornavam servos destes seus protetores. Os servos não eram vendidos, mas eram obrigados aa pagamento de taxas durante toda a sua vida. Não se tornavam proprietários das terras que cultivavam, pois elas eram emprestadas para que nelas trabalhassem. Eles pagavam taxas como a corveia (trabalho de 3 a 4 dias nas terras do senhor feudal), a talha (entrega de metade da produção ao senhor feudal), a banalidade (imposto pago para utilização do moinho e forno do senhor feudal) entre outros. Essa servidão passava dos pais para os filhos, perpetuando essa relação de dependência e proteção por gerações.
A economia feudal era essencialmente agrária autossuficiente, com técnicas precárias, e baixíssima produtividade, apenas para a subsistência. Era dedicada ao consumo local e não ao comércio, pois não havia excedente de produção. As mercadorias eram trocadas por meio de escambo e não de moedas.
As terras férteis do feudo eram divididas em manso senhorial – domínio dos senhores feudais, o manso servil, terras arrendadas para a produção agrícola dos servos e o manso comum, terras para todos os moradores dos feudos. Era feita a rotação das culturas para prolongarem a vida útil das áreas agrícolas: em dois terços das terras faziam duas culturas diferentes e deixavam descansar o outro terço, revezando-os para aumentar o seu tempo útil.
No período do Feudalismo, a Igreja Católica dominava o cenário religioso. Detentora do poder espiritual, ela influenciava o modo de pensar, a psicologia e as formas de comportamento na Idade Média. Também tinha grande poder econômico, pois possuía terras em grande quantidade. A Igreja era responsável pela educação das pessoas. A maior parte da população medieval era analfabeta sem acesso aos livros.
Por volta do século XII o feudalismo foi aos poucos se enfraquecendo. O desenvolvimento do comércio e das cidades ampliaram as fontes de renda. As relações de produção passaram a se basear no trabalho livre assalariado e houve o surgimento de novas camadas sociais, como a burguesia.
O processo de mudança do sistema feudal pelo sistema capitalista foi lento e gradual.  Segue abaixo algumas das principais causas que acarretaram na crise do sistema feudal.
Crescimento Demográfico: À medida que crescia a população, aumentava a necessidade de ampliar a área de produção e desenvolver novas técnicas agrícolas. O excedente de produção levou ao ressurgimento do comércio e de uma nova classe social interessada nele: a burguesia.
Revolução Burguesa: com o surgimento da burguesia, muitas pessoas fugiam dos feudos (êxodo rural) para as cidades em busca de melhores condições. O surgimento da moeda, o desenvolvimento das cidades medievais e da intensificação das atividades comerciais, foram essenciais para que o sistema feudal entrasse em declínio.
Peste Negra: a epidemia da peste negra (ou peste bubônica), matou milhões de pessoas a partir do século XIV, ou seja, cerca de um terço da população europeia. Assim, a diminuição da mão de obra caiu drasticamente, revelando um pouco da crise feudal que se iniciava.
As Cruzadas: o movimento das Cruzadas (entre os séculos XI e XIII), organizado pela Igreja, intensificou a comercialização de produtos com o Oriente a partir da abertura do mar mediterrâneo, aumentando as rotas comerciais.
Renascimento: o movimento artístico, filosófico e cultural permitiu a mudança de mentalidades na sociedade europeia, enfraquecendo o poder da Igreja, que até então determinava inteiramente o modo de vida dos cidadãos. O renascimento comercial também favoreceu as trocas comerciais, aumentando a economia e gerando o sistema capitalista.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Resumo - Império Árabe e Islamismo



A Civilização Árabe foi uma das mais brilhantes do período medieval e se estendeu da Índia até a Península Ibérica, passando pela Mesopotâmia, Palestina (Terra Santa), Egito, Norte da África. Tendo como ponto de partida a Península Arábica, região desértica, salpicada por alguns oásis, os árabes ganharam o mundo depois de unificados em torno da fé islâmica.

Duas Épocas da História:
- Pré-islâmica: antes da criação da religião muçulmana (ano 570)
- Islâmica: após a criação do islamismo

Arábia Pré-Islâmica:
Os árabes são semitas e, portanto, parentes dos hebreus e dos povos da Mesopotâmia. Dividiam-se em tribos, governadas por um xeque, e eram, em sua maioria, nômades ou semi-nômades. As tribos coraixitas, habitavam a região litorânea e viviam do comércio fixo. As tribos do deserto eram chamados também de beduínos e não tinham unidade política, levavam uma vida difícil no deserto, com suas caravanas, praticavam o comércio de vários produtos pelas cidades da região..
Espalhavam-se por toda a Península Arábica, mas só podiam fixar-se na costa do Mar Vermelho ou em oásis onde praticavam alguma agricultura. Suas atividades econômicas principais eram o pastoreio e o comércio.
Adoravam vários deuses (politeísmo) e Alá era somente um deles. Tinham um lugar sagrado, que recebia muitos peregrinos, a Caaba. Este santuário estava localizado na cidade de Meca e dentro dele se encontravam muitas imagens de deuses e a Pedra Negra.
A Pedra Negra é provavelmente um meteorito que caiu na Terra e passou a ser adorado pelos árabes. Eles acreditavam que a pedra teria ficado negra com os pecados de Adão e que teria sido dada a Abraão e seu filho Ismael pelo Anjo Gabriel.
Suas cidades principais eram Meca e Yatribe, atual Medina.

Maomé – O Profeta:
Maomé ou Mohamed nasceu em Meca no ano de 570 d.C. Era comerciante e casou-se com uma viúva rica, Khadidja, muito mais velha que ele. Quando tinha aproximadamente 40 anos, teria recebido do anjo Gabriel o livro sagrado dos muçulmanos, o Corão ou Alcorão.
Como não sabia ler o texto foi ditado por Maomé e escrito por outras pessoas, uma delas, provavelmente sua esposa. Alguns preceitos básicos da religião Islâmica são: só existe um deus, Alá, e Maomé é seu profeta; rezar cinco vezes ao dia voltado na direção de Meca; ficar em jejum durante o mês de Ramadã; praticar caridade; visitar Meca pelo menos uma vez na vida.
A religião muçulmana tem muito em comum com as duas outras religiões monoteístas, o Judaísmo e o Cristianismo. Os muçulmanos consideram o Velho Testamento, acreditam que Abraão é o pai dos árabes, crêem no paraíso, nos anjos, no inferno. Consideram também Jesus Cristo como um profeta que teria antecedido Maomé, havendo um capítulo no Corão dedicado à Virgem Maria.

O Triunfo da nova crença:
Maomé inicia a sua pregação, mas esta não é bem recebida pelos comerciantes que lucravam com as peregrinações à Meca. Assim, em 622, Maomé é obrigado a fugir da cidade indo se esconder em Yatribe que passou a ser chamada de Medina (Cidade do Profeta). Essa data é conhecida como Hégira e marca o início do calendário muçulmano.
Maomé intensifica a sua pregação e declara guerra santa aos infiéis. Os muçulmanos que morressem na tarefa de conquistar e converter os infiéis teriam a entrada garantida no paraíso. Muitos se converteram e começou-se a desenhar a unidade árabe.
No ano de 630, Maomé conquista Meca e retira os ídolos da Caaba mantendo somente a Pedra Negra. A partir de então, o Islamismo se espalha rapidamente. Em 632, ano da morte do Profeta, os árabes estavam unificados, mas Maomé morre sem indicar um sucessor.

O Islã
Período dos Califas:
Califa quer dizer “sucessor”. Os Califas eram os sucessores do profeta Maomé e guardiões da fé islâmica.
Os quatro primeiros Califas (Abu-Bakr, Omar, Oman e Ali) governaram em Meca. Durante o governo de Omar iniciou-se a expansão e foram anexadas ao Império Árabe as seguintes regiões: Pérsia (depois de 10 anos de luta); a Síria; a Palestina (Terra Santa); o Egito (dois anos de luta); e o Norte da África. As populações cristãs e judias dessas regiões poderiam manter a sua fé em troca de impostos mais altos mas os demais deveriam se converter.
Os árabes se aproveitaram da estrutura de governo do Império Bizantino para organizar o seu Estado.
O último dos quatro califas foi Ali, esposo de Fátima filha de Maomé. Ele conquistou outros territórios e defendia que Maomé o teria escolhido antes de sua morte. Durante o seu governo estourou uma guerra civil e com a sua morte, em 661, o governo dos árabes passou para a dinastia do Omíadas. Mesmo assim, os seguidores de Ali deram origem a seita islâmica dos xiitas, “partidário”, que advogam que somente os herdeiros de Ali e Fátima podem governar o Islã.
A primeira dinastia (governantes de uma mesma família) foi a dos Omíadas que governou de 661 a 750. Eles transferiram a capital para Damasco e conquistaram a Índia, a Armênia, o Cáucaso e a Península Ibérica colocando fim ao reino dos Visigodos. Sua expansão na Europa chegou ao fim em 732 quando foram derrotados pelos francos na Batalha de Poitiers.
Em 750, depois de uma revolta, os sucessores de um dos tios de Maomé, Abas, deram início à dinastia dos Abássidas. A capital foi transferida para a Mesopotâmia, onde foi fundada a grande capital do mundo árabe, Bagdá.
Durante o governo dos Abássidas o império árabe atingiu seu apogeu e os Califas incentivavam o desenvolvimento artístico e cultural. A expansão territorial também continuou e durante o governo dos Abássidas o território árabe chegou a se estender da China até a Península Ibérica.
Também nesse período o Império começa a se fragmentar. Em 760, os muçulmanos da Espanha declaram sua independência e em 968 foi a vez do Egito.
Com o enfraquecimento dos Califas, seus guardas pessoais que eram oriundos da recém-convertida tribo dos turcos, começou a ganhar mais e mais poder. Em 1055, uma das tribos turcas, a dos seldjúcidas, tomou Bagdá. O califa cedeu lugar para o sultão dos turcos. O Império turco se construiu sobre a base estabelecida pelos árabes e se estendeu pela Ásia e África, tornando-se um perigo para os europeus.

As Ciências e as Artes:
Coube aos árabes difundir na Europa os inventos chineses, tais como o papel, a pólvora, o cultivo do arroz e do algodão. Introduziram o cultivo da cana-de-açúcar na Sicília e em Chipre. Como estavam no meio do caminho entre o Ocidente e o Oriente, e o comércio era sua principal atividade, enriqueceram sua civilização com contribuições de muitas outras.
Através dos árabes, principalmente os da Península Ibérica chamados de mouros, muitas obras de Filosofia (Platão e Aristóteles), de Matemática (Euclides, Arquimedes) voltaram a circular na Europa traduzidas por eles do grego para o árabe e depois outras línguas européias. Além disso, trouxeram para o ocidente a numeração indiana conhecida entre nós como números arábicos e o uso do zero.
Na Medicina destacaram-se Averróis e Avicena, cuja obra foi utilizada na Europa até o século XVII. Averróis se destacou também em outras áreas como a Física. A Química foi outro campo muito desenvolvido pelos árabes que descobriram e/ou desenvolveram elementos e fórmulas utilizadas até hoje. Além disso inspiraram os famosos “químicos” medievais, os alquimistas.
A arte árabe foi marcada por evitar a representação da figura humana mas o que poderia servir de limitação acabou estimulando a representação abstrata que tanto embelezam os palácios e mesquitas, os chamados arabescos, além de serem mestres na construção de mosaicos. Na arquitetura se destacaram pelo uso dos arcos, colunas e abóbadas.
Na Literatura os árabes compuseram obras magníficas como “As Mil e Uma Noites” onde estão narradas as aventuras de Simbad e Aladim. No campo da História destacou-se Ibn Khaldun.

PEQUENO GLOSSÁRIO:
Califa: quer dizer sucessor. Título usado pelos primeiros governantes árabes, sucessores de Maomé.
Xeique: líder eleito das tribos árabes.
Emir: governador de território escolhido pelo Califa.
Infiel: termo aplicado aos não-muçulmanos.
Muçulmano ou Islâmico: aquele que segue a religião iniciada por Maomé. Não é sinônimo de árabe. Os árabes, hoje, representam somente uma parte dos muçulmanos, sendo a maioria formada por povos convertidos na expansão.
Jihad: quer dizer esforço, isto é, qualquer missão que necessite de empenho por parte do muçulmano. Hoje, no senso comum, virou sinônimo de guerra santa.
Sultão: governante dos turcos.
Turcos: membros de várias tribos de origem mongol – parentes, portanto, dos hunos –convertidos ao Islã. Se tornaram guardas pessoais do Califa e depois conquistaram os árabes estabelecendo o chamado Império Otomano.
Mouros: muçulmanos da Península Ibérica.
Suna: conjunto dos ditos de Maomé (hadiz) registrados depois da sua morte pelos seus seguidores. É um complemento ao Corão.
Sunitas: representam a maioria dos muçulmanos hoje e se dividem em vários grupos. Apareceram no século XI em oposição aos xiitas. Acreditam na Suna, veneram os seguidores de Maomé e defendem que qualquer fiel deve ter o direito ao governo.
Xiitas: seguidores de Ali (4º Califa) e Fátima, filha de Maomé. O termo vem de shiá (partidário/seguidor) e defendem que o governo deve estar nas mãos dos descendentes do profeta. São maioria somente no Irã e no Iraque. Xiita, hoje, no senso comum, é usado para designar qualquer radical ou extremista, o que é de certa forma um preconceito.
Sharia: A lei Islâmica.

Segue um pequeno texto publicado no Correio Brasiliense:
“A Sharia é uma lei islâmica que se aplica às populações muçulmanas no Sudão, na Nigéria, no Irã, na Arábia Saudita e na Líbia. Ela é baseada no texto do Corão, o livro sagrado do Islã, e seus principais mandamentos consistem em leis estabelecidas em revelações do profeta Maomé, presentes nas Escrituras.
Para os muçulmanos, a Sharia representa um código moral que rege suas vidas segundo a vontade de Alá (Deus, em árabe), no entanto, nem todos os países islâmicos adotam as penas determinadas por esse código. Entre suas medidas mais polêmicas estão a mutilação ou condenação à morte, chamadas de penas hadd, para atos como furtos, estupros, adultério, assassinato, entre outros. Em 2002, os tribunais superiores da Nigéria, que adota a lei desde 1999, condenaram à morte por enforcamento Sani Yakubu Rodi, de 27 anos. Rodi foi considerado culpado pelo assassinato de sua mulher e seus dois filhos.
Uma das fortes críticas aos países que incorporaram a Sharia ao seu sistema penal é sobre a crueldade e o rigor das penas para crimes considerados comuns no Ocidente. A amputação de uma das mãos imposta ao condenado em caso de roubo é uma exemplo das penas hadd, os castigos mais extremos da Sharia.
Em caso de consumo de álcool, prática de relações sexuais pré-conjugais e outras infrações como calúnia ou difamação, as leis hadd estabelecem a pena de flagelação por chibatadas. Em 18 de janeiro de 2002, o juiz de um tribunal islâmico nigeriano, Mohammed Nai’la, recebeu 80 golpes de chibata em praça pública por ter consumido bebidas alcoólicas. O adultério é considerado uma ofensa extrema e sua punição consiste no apedrejamento até a morte.
As penas são aplicadas de acordo com os critérios de juízes, baseados no Corão e nas palavras, exemplos e modo de vida de Maomé, chamados de Sunnah. Em casos em que alguns atos não são mencionados, os tribunais avaliam as penalidades de acordo com seu discernimento. Na Nigéria, os juízes não somente são instruídos com a Sharia, mas também estudam jurisprudência em escolas islâmicas de direito.”